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WebRádio Cultura Viva

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Protesto!!!


TIMBALADOIDO, MARRETA É MASSA, É O TCHAN, AXÉ MANIA, SWING MASSA, KITARA, EXCESSO DE BAGAGEM, MORENA BONZEADA, TRIO BUTUKA, SÓ NA MAROSIDADE, VAI D'3, MEL COM TERRA, BICHINHA ARRUMADA, GINGADO MALUKO, PIMENTA NATIVA, VOADOR ELÉTRICO... 

Só citando alguns dos escolhidos do governo do estado, na representação da cultura de Pernambuco. No carnaval de Pernambuco. 

Evidente que existem algumas exceções, como Alceu Valença, Som da Terra, Romero Pernambuco, Irah Caldeira e Beto Hortiz.
Mas, o fato, é que são minoria. Normal, se não estivessem tocando em casa. O decreto de falta de compromisso com a arte e as boas vertentes, foi dado. Estamos dando passos largos para trás.  

Sinceramente...

Com todos os furos e problemas, a FUNDARPE faz falta na formação da programação do carnaval de Pernambuco. 
A EMPETUR prova, mais uma vez, não ter nenhum conhecimento do potencial cultural do estado. 
Não quero "bater de frente" com ninguém, até porque este não é meu estilo. Mas não posso deixar passar minha lamentação pela falta de estrutura pessoal dos(as) senhores(as), à frente da organização de um carnaval tão brilhante como é o nosso. 

No fim, o mais lamentável, é ver alguns representantes da própria mídia pernambucana, tratar os que valorizam a cultura, como ditadores. Todos os estados que erguem sua cultura são aplaudidos. Nós, aqui no bravo Leão do Norte, quando defendemos nossa identidade, somos criticados e chamados de radicais. 

Fica aqui meu protesto. 



Em tempo: Todos buscam seu lugar ao sol. Porém, tudo tem seu momento. Nossos ritmos já são boicotados o ano todo. Os bons artistas, quase não têm espaço ao longo de todo o ano... E justo no carnaval, nossa festa, nosso momento... Somos açoitados novamente. Não venho aqui, defender apenas artistas locais. Pelo contrário. Sou a favor de um intercâmbio cultural. Quem me conhece, quem conhece a história do Programa Cultura Viva, sabe do que estou falando. Divulgo intensamente, artistas de todo o país. No entanto, o mínimo que nossos "representantes" poderiam fazer, era trabalhar buscando o salutar. Buscando, ao menos, respeito com as nossas lutas.

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